Que prática cristã você deixou de cumprir nos ultimos seis meses?

sábado, 3 de setembro de 2011

O QUE É UMA MISSA - PARTE POR PARTE


Missa, ou Celebração Eucarística, é um ato solene com que os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia. 



A nossa refeição sempre reúne em torno da mesa pessoas que se querem bem - é um momento de partilha, de confraternização, de amizade.Há dois mil anos também era assim. E foi uma ceia que Jesus escolheu para reunir Seus apóstolos durante a Páscoa do ano de Sua morte. Com certeza Jesus queria um ambiente de confraternização e cordialidade para esse encontro que, só Ele sabia, seria o último a reunir o grupo todo.Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas. No início o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividir o pão com todos. E na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro.Mas, dessa vez, no início Jesus tomou o pão, partiu e, no lugar da oração convencional, disse “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”.

Pronunciando aquelas palavras, Jesus Se colocava no lugar do cordeiro sacrificado habitualmente e os pedaços do pão que distribuía eram o Seu corpo - que brevemente, pelo sacrifício na cruz, seria entregue para a salvação de toda a  humanidade.No fim da ceia Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou dizendo “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”. Ao dizer Nova Aliança (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis demonstrar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento) pela qual Deus havia escolhido apenas Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens. Com ela, não apenas Israel mas todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus. E, para deixar esta mudança marcada no coração dos homens de uma forma especial, Jesus terminou dizendo “Fazei isto em memória de mim”. Assim foi instituído o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nesse ritual, através da comunhão mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

O ritual da Missa justamente revive todos os momentos daquela memorável refeição com o mesmo sentido de fraternidade. São quatro partes ou momentos bem distintos. A primeira parte da Missa, os Ritos Iniciais, marca a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa. Segue-se uma animada conversa entre amigos que se encontram: é a segunda parte, a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus - a Boa Nova que Jesus sempre pregava.  A terceira parte é o momento central de toda ceia - todos vão alimentar-se. É a Liturgia Eucarística, o coração da Missa. Ela revive o mistério pascal de Cristo, isto é, Sua morte e ressurreição.  Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus. E como fizeram os apóstolos naquela ceia, os fiéis também tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia), e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o Presidente da Celebração imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel).A Eucaristia recorda esse momento de comunhão. Na Eucaristia os fiéis ressurgem com Cristo para uma nova existência.Encerrando a Ceia, a bênção e a despedida dos Ritos Finais têm o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: nesse momento Jesus os enviava para apregoar pelo mundo a palavra de Deus.

A Missa é apenas isso. Ou tudo isso. Veja agora em detalhes como se desenrola cada parte dessa cerimônia tão rica em significados:


Os fiéis se reúnem em nome da Santíssima Trindade, confessam arrependimento pelas faltas cometidas,louvam e pedem graças ao Senhor. A assembléia se prepara para viver todos os atos da Missa propriamente dita.

A primeira parte da Missa também é chamada “Missa dos Catecúmenos” (ou seja, Missa das pessoas que ainda estão sendo preparadas para receber o batismo). Os Ritos Iniciais são uma introdução para a Missa que vai ser celebrada. O objetivo é fazer com que os fiéis se preparem para comungar idéias e sentimentos.
Aqui se inicia uma dupla comunhão: uma comunhão com Deus e uma comunhão com os demais membros da comunidade.


Os Ritos Iniciais são:
» Senhor

Missa começa com a assembléia, de pé, saudando a chegada do Presidente da Celebração e dos ministros com o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos tradicionais são o Senhor e o Glória). Chegando ao presbitério, o Presidente da Celebração e os ministros saúdam o altar etodos fazem o sinal da cruz. É importante notar que a assembléia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz significa dizer “Nós nos reunimos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
Depois da saudação, é usual o Presidente da Celebração dizer algumas palavras sobre a Missa do dia.

Em seguida, o Presidente da Celebração convida os fiéis a uma confissão geral e conclui com a absolvição. Aqui não se trata de uma confissão regular, mas apenas de uma forma de os fiéis tomarem consciência de sua condição de pecadores. Na medida em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição de pecador, Deus pode vir-lhe ao encontro com Sua graça. Este reconhecimento pode ser feito por uma oração (“eu pecador, me confesso...”) pela leitura de versículos bíblicos (“Tende compaixão de nós, Senhor”) ou por uma ladainha. Nesta ladainha “Senhor, tende piedade de nós”, os fiéis aclamam o Senhor e imploram Sua misericórdia.Nos domingos fora do Advento e da Quaresma, em solenidades, em festas e celebrações mais solenes os ritos iniciais incluem o Glória, hino cantado ou recitado por todos.O Glória é uma espécie de salmo composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor ao Pai e ao Filho.

O Presidente da Celebração diz “Oremos” e faz um minuto de silêncio para que todos sintam bem a presença de Deus e formulem interiormente seus pedidos. O rito de entrada se encerra com a Oração do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo.A Oração do Dia tem sempre três elementos: a invocação dirigida a Deus, um pedido que se faz e a finalidade do pedido.


A preparação espiritual dos fiéis para a Eucaristia,que é o momento central da 
palavra de Deus, com uma reafirmação de fé cristã e Missa, é feita com a leitura e interpretação da com uma oração ao Senhor pedindo para as necessidades coletivas.

Durante as refeições as pessoas conversam, relatam acontecimentos. Toda conversa é sempre um enriquecimento espiritual, e na Missa também é assim. A Liturgia da Palavra é o alimento espiritual nesta ceia que a Missa reproduz. É a catequese, o ensinamento dos mistérios que são o fundamento da fé.Na Missa os fiéis vão participar da Eucaristia, instituída por Jesus há 2.000 anos. Por isso, se a gente entender o que Jesus e os apóstolos pensavam naquele momento fica mais fácil entender os motivos que levaram Jesus ao sacrifício na cruz. É isso que as leituras procuram fazer.

Os atos da Liturgia da Palavra são:


Os fiéis sentam-se para ouvir primeiro a Palavra de Deus revelada pela Primeira Leitura, que é a leitura de um trecho do Antigo Testamento e que, nos dias de semana, pode ser também um trecho das Epístolas dos apóstolos ou do Apocalipse (No tempo Pascal a leitura é dos Atos dos Apóstolos). Esses escritos ajudam a compreender melhor a missão e os ensinamentos de Jesus, que o Novo Testamento nos apresenta.
Os fiéis declaram aceitar a Palavra que acabaram de ouvir dizendo em seguida o Salmo Responsorial.

Segunda Leitura é reservada para os domingos e dias festivos da Igreja. Esta leitura é feita das Epístolas ou dos Atos dos Apóstolos, ou do Apocalipse. A Segunda Leitura procura ter sempre alguma relação com o texto da Primeira, tornando mais fácil compreender a mensagem apresentada. Terminada a Segunda Leitura, os fiéis levantam-se para aclamar “Aleluia!”. Chegou um momento muito importante e de grande alegria: eles irão ouvir a Palavra de Deus transmitida por Jesus Cristo. É a leitura do Evangelho.

O Evangelho é, de fato, o ponto alto da Liturgia da Palavra. Jesus está presente através da Sua Palavra, como vai estar presente também depois, no pão e no vinho consagrados. Completou-se a leitura dos textos bíblicos (as Leituras e o Evangelho). O Presidente da Celebração explica, então, com suas próprias palavras os fatos narrados nos textos. Esta interpretação é a homilia, uma pregação pela qual ele traduz e aplica a Palavra de Deus aos nossos dias.A homilia é obrigatória aos domingos e nas festas de preceito, e recomendável nos demais dias.

Depois de ouvir a Palavra de Deus, de novo de pé os fiéis fazem uma declaração pública de que acreditam nas verdades ensinadas por Jesus. Isto é, reafirmam que estão, todos, unidos pela mesma crença num só Deus, o Deus que lhes foi revelado por Jesus.Essa declaração é o Credo: “Creio em Deus Pai...”Os fiéis reafirmaram sua crença. Então se dirigem em conjunto a Deus dizendo de seus anseios, necessidades e esperanças através da oração dos Fiéis ou oração Universal que o Presidente da Celebração recita e onde, a cada pedido, os fiéis suplicam “Senhor, escutai a nossa prece!”.É quando se pede pela Igreja, pelos que sofrem, pelas necessidades do país, pelas necessidades da comunidade onde se realiza a Missa etc.
Os fiéis, cheios de gratidão, oferecem a Deus o fruto
do seu trabalho, louvando o Senhor e bendizendo Seu Filho, em cujo corpo serão transformados o pão e o vinho oferecidos. Antes de receber a comunhão  em Cristo, os fiéis se cumprimentam reafirmando a  comunhão entre irmãos - e reafirmam sua adoração  a Deus rezando o Pai Nosso, a oração que  aprendemos da boca de Jesus. A celebração eucarística se completa com a partilha  do pão e do vinho, a comunhão do sacerdote e o  recebimento da comunhão pelos fiéis.

A celebração eucarística é o supremo e mais belo ritual da Missa, reproduzindo com delicadeza o acontecimento central da Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia. A Missa recorda este momento com o Ofertório, a Oração Eucarística e a Comunhão.

Os atos da Liturgia Eucarística são:
» Oração sobre as Oferendas » Oração Eucarística     Prefácio      Santo     Oração Eucarística » Ritos da Comunhão     Pai Nosso     Abraço da Paz     Fração do Pão      Agnus Dei     Comunhão


Jesus é a Vítima do Sacrifício que se vai realizar sobre o altar. Ali são preparados para o Sacrifício o pão e o vinho, que depois de consagrados se transformam no Corpo e no Sangue de Jesus. Durante a preparação os fiéis permanecem sentados.
O Presidente da Celebração vai para a frente do altar e recebe as ofertas trazidas em procissão. Pão e vinho e outras ofertas, frutos do trabalho do homem, são apresentados ao altar simbolizando o oferecimento que os fiéis fazem a Deus de suas vidas, cheios de gratidão por todas as graças recebidas. (Por isso esta parte da Missa também é conhecida como Ofertório.)
Entregues as oferendas, de novo de pé os fiéis atendem à convocação do Presidente da Celebração (“Orai, irmãos e irmãs...”) e pedem a Deus que aceite o sacrifício que elas representam: “Receba o Senhor por tuas mãos (as mãos do Presidente da Celebração) este sacrifício para glória do Seu nome...”
O acólito derrama um pouco de água sobre os dedos do Presidente da Celebração enquanto este diz em voz baixa a oração do Lavabo: “Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado”.
Em seguida, o Presidente da Celebração toma as oferendas - pão e vinho - e as oferece a Deus (“Acolhei, ó Deus, as preces dos vossos fiéis...”).

Chegamos à Oração Eucarística, o ritual central da Missa. É o momento em que Deus vai atender a súplica dos fiéis e santificar as oferendas transformando o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Jesus. O Presidente da Celebração lembra que agora, mais do que nunca, o pensamento de todos deve estar voltado para o Senhor e por isso trava com os fiéis este diálogo:
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós. - Corações ao alto. - O nosso coração está em Deus. - Demos graças ao Senhor, nosso Deus. - É nosso dever e nossa salvação.
O ritual prossegue com a recitação do Prefácio pelo Presidente da Celebração. O Prefácio é um verdadeiro hino de ação de graças, um grito de alegria por havermos tido a suprema graça de receber Jesus, nosso Senhor e dom do Pai, que Se sacrificou para nos salvar.
Em nome da assembléia, o Presidente da Celebração glorifica a Deus e Lhe rende graças por toda a obra da salvação (ou por um de seus aspectos, de acordo com o dia, a festa ou o tempo). De certa forma, o Prefácio anuncia o conteúdo da Oração Eucarística.
Ao Prefácio segue-se a oração “Santo”, pela qual a assembléia proclama a santidade e grandeza de Deus. No início da oração, repetindo “Santo” três vezes os fiéis reconhecem a existência de Deus nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Agora estamos todos preparados para o momento da Consagração.

Os fiéis se ajoelham, o Presidente da Celebração estende as mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Espírito Santo que os transforme no Corpo e no Sangue de Jesus (“Santificai, pois, estas oferendas...”). O momento da Consagração é descritivo da Última Ceia. O Presidente da Celebração relembra e repete os mesmos gestos de Jesus, obedecendo à Sua ordem (“Fazei isto em memória de mim”). Ergue a hóstia oferecendo-a à consagração. Em seguida ergue o cálice oferecendo o vinho igualmente à consagração. Acontece a transubstanciação. Pão e vinho adquirem as propriedades do Corpo e do Sangue de Jesus. A Eucaristia é o Sacramento da presença de Jesus ressuscitado. A assembléia, de pé, reconhece isso dizendo “Toda vez que comemos deste pão e bebemos deste cálice anunciamos, Senhor, a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição”.
O Presidente da Celebração ainda ora pela Igreja Católica e pelas necessidades dela e termina esta parte, elevando o pão e o vinho num gesto de oferenda, com uma oração que resume todo o louvor da Oração Eucarística: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, toda honra e toda glória...".

Os fiéis se preparam para receber a comunhão, ou seja, se preparam para receber o Corpo de Cristo e, com esse gesto, comungar, partilhar dos mesmos sentimentos de amor e entrega a Deus que Jesus teve quando Se sacrificou por nós. E não pode haver comunhão com Cristo sem haver antes a comunhão entre irmãos. Todos rezam, então, o Pai Nosso. E rezam comJesus, falando com Deus pela boca de Seu Filho. Através desta oração, os membros da grande família presente à celebração reconhecem novamente a Deus como Pai e suplicam a graça de poderem viver como verdadeiros filhos e amarem-se como verdadeiros irmãos em Cristo. Paz é fruto da justiça. Paz é fruto da igualdade. Paz é tão necessária quanto o ar que respiramos. Quando quis dar aos Apóstolos o melhor de Si, Jesus lhes disse “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. O Presidente da Celebração recorda esse momento e ora pedindo a Jesus que nos dê a mesma paz que Ele ofereceu aos Apóstolos. Os fiéis respondem “Amém”, e com isto fazem suas as palavras do Presidente da Celebração.
Os fiéis, que disseram a Jesus que querem viver na Paz de Deus, demonstram esta disposição com o abraço da paz. Eles se cumprimentam com um abraço ou um aperto de mão e um sorriso de cumplicidade e amizade. Afinal, estão todos à mesma mesa e vão tomar, juntos, a mesma Refeição. E só podem entrar em comunhão com Cristo e com Deus se estiverem em paz e em comunhão uns com os outros

Agora o Presidente da Celebração se prepara para distribuir os alimentos consagrados. Parte a grande hóstia sobre a patena e coloca uma parte no cálice com vinho consagrado. A fração do pão significa que todos os fiéis vão participar no mesmo Alimento e o gesto de colocar parte da hóstia no cálice simboliza a união do pão e do vinho consagrados: uma vez consagrados, o pão e o vinho formam uma unidade, o Corpo vivo de Cristo, e recordam o mistério da ressurreição. Antes de receber a comunhão, entretanto, os fiéis fazem ainda uma última confissão de humildade na oração do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo...”)

O Presidente da Celebração comunga o Corpo de Cristo. Depois comunga o Sangue de Cristo. Em seguida distribui aos fiéis a hóstia consagrada. Em ocasiões especiais, ou em pequenas comunidades, a Comunhão pode ser feita sob as duas formas, isto é, o sacerdote mergulha a hóstia no vinho antes de oferecê-la ao comungante.Este é o momento da grande comunhão dos fiéis com Deus, dos fiéis com Cristo, dos fiéis entre si. Os que comem do mesmo Pão passam a formar um só corpo com Cristo e devem ter a mesma disposição que Ele teve em fazer a vontade do Pai: fazer do mundo um reinado de justiça e paz como preparação para a vida eterna.Ao receber a comunhão o fiel responde “Amém”, confirmando sua fé em Cristo presente na Eucaristia e confirmando que, em Cristo, recebe a todos em sua vida e se compromete a doar-se a seus irmãos.Finda a comunhão, enquanto se faz a purificação do cálice e da patena, os fiéis permanecem sentados e o Presidente da Celebração reza em silêncio. Após um momento de fundo recolhimento, pede a Deus em nome de todos que faça frutificar a eucaristia que os uniu, renovando humildemente o pedido de poder participar plenamente da vida cristã.

A Missa se encerra com a Bênção Final, um Canto Final e a exortação da Despedida.
Todos de pé, o Presidente da Celebração ergue a mão e marca os fiéis com o sinal da cruz pedindo para eles a bênção do Pai, do Filho e do Espírito Santo – e a comunidade expressa sua alegria cantando uma vez mais.Por fim, a assembléia é despedida.Nas missas celebradas em latim, o Presidente da Celebração diz “Ite missa est”, o que significa algo como “Essa é a missão (a ser cumprida)”. Nas missas em português, o Presidente da Celebração conclui dizendo “Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe”, com o mesmo sentido de liberar a assembléia para cumprir a missão que recebeu de levar aos povos a palavra de Deus.

Os convidados à casa do Senhor saem de coração leve. Não vêem sua presença na Missa como o cumprimento de um dever - sentem-se felizes e distinguidos porque Deus lhes permitiu participar da Sua refeição.
A Missa oferece um enriquecimento do espírito cristão que os fiéis devem continuar vivendo em casa, no trabalho, no lazer.
Os fiéis levam para o seio de suas famílias a vivência da Missa e contribuem para a Missa celebrando a família, que é o alicerce da sua Igreja.

Fonte : http://www.santamissa.com.br




 veja tambem postagem deste blog em 

QUARTA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2011











segunda-feira, 29 de agosto de 2011

defesa a nossa igreja

Irmãos, como conversado em nosso Retiro,  devemos ser cristãos que defendam
com Unção, formação e amor a Igreja fundada e fundamentada pelo próprio Cristo.

graça e paz

1 - Assista este exemplo de Pedre Paulo Ricardo




2- Você como católico observa quem na mídia ofende a nossa igreja?



3 - Como defender a igreja diante do ecumenismo







domingo, 28 de agosto de 2011


A SUPERIORIDADE DA IGREJA CATÓLICA FRENTE ÀS SEITAS "EVANGÉLICAS"

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O protestantismo negando tanto a Tradição quanto o Magistério sofre desde os seus primórdios uma desintegração doutrinária assombrosa. Onde Cristo fundou a Igreja Católica sobre a Rocha, Lutero e Cia fundaram a igreja Evangélica sobre a areia movediça da sola scriptura e do livre exame. E logo nas primeiras ventanias, pôs-se a casa dos reformadores a desabar fragorosamente: tábuas lançadas aqui e ali, telha lá e acolá, junturas e cacos em todas as direções.
Vejamos como no princípio deste século, o Reverendíssimo Pe. Leonel Franca já chamava a atenção para este fato, descrevendo lucidamente o processo de desagregação doutrinária do protestantismo, baseado no método da sola scriptura e do livre exame: "Na nova seita (protestantismo) não há autoridade, não há unidade, não há magistério de fé. Cada sectário recebe um livro que o livreiro lhe diz ser inspirado e ele devotamente o crê sem o poder demonstrar; lê-o, entende-o como pode, enuncia um símbolo, formula uma moral e a toda esta mais ou menos indigesta elaboração individual chama cristianismo evangélico. O vizinho repete na mesma ordem as mesmas operações e chega a conclusões dogmáticas e morais diametralmente opostas. Não importa; são irmãos, são protestantes evangélicos, são cristãos, partiram ambos da Bíblia, ambos forjaram com o mesmo esforço o seu cristianismo" ( In I.R.C. Pg. 212 , 7ª ed.).
Vejamos alguns exemplos práticos: um fiel evangélico quer mudar de seita? Precisa-se rebatizar? Umas igrejas dizem sim, outras não. Umas admitem o batismo de crianças, outras só de adultos, umas admitem a aspersão, infusão e imersão. Aquela outra só imersão, e mesmo há grupelho que só admite batismo em água corrente e sem cloro! Aqui e ali as fórmulas de batismo são tão variadas como as cores do arco-íris. Quer o sincero evangélico participar da Santa Ceia? Há seitas que consideram o pão apenas pão (pentecostais) outras que o pão é realmente o corpo de Cristo (Luteranos, Episcopais e outros). Uns a praticam com pão ázimo, outras com pão comum, aqui com vinho, lá com vinho e água, acolá com suco de uva. A Santa Ceia pode ser praticada diariamente, mensalmente, trimestralmente, semestralmente, anualmente ou não ser praticada nunca. Trata-se de ministérios ordenados? Esta seita constitui Bispos, presbíteros e diáconos. Àquela só presbíteros e pastores, alí pastores e anciãos, lá Bispos e anciãos, acolá presbíteros e diáconos, outras não admitem ministro nenhum. Umas igrejas ordenam mulheres, outras não. E por aí, atiram os evangélicos em todas as solfas quando o assunto é ministério ordenado.
Após a morte, o que espera o cristão? Pode um crente questionar seu pastor sobre isto? E as respostas colhidas entre as denominações seria tão rica e variada quanto a fauna e a flora. Há Pastor que prega que todos estarão inconscientes até a vinda de Cristo quando serão julgados; outros pregam o "arrebatamento" sem julgamento; outros, uma vida bem-aventurada aqui mesmo na terra; aqueles lá doutrinam que após a morte já vem o céu e o inferno; no outro quarteirão, se ensina que o inferno é temporário; opinam alguns que ele não existe; e tantas são as doutrinas sobre os novíssimos quanto os pastores que as pregam. Está cansado o fiel da esposa da sua juventude? Não tem importância, sempre encontrará uma seita a lhe abrir risonhamente as portas para um novo matrimônio. E de vez em quando não aparece um maluco aqui e ali aprovando a poligamia?
Lutero mesmo admitiu tal possibilidade: "Confesso, que não posso proibir tenha alguém muitas esposas; não repugna às Escrituras; não quisera porém ser o primeiro a introduzir este exemplo entre cristãos" ( Luthers M.., Briefe, Sendschreiben (...) De Wette, Berlin, 1825-1828, II. 259 ). Não há uma pesquisa nos Estados Unidos que demonstra que entre os critérios para um evangélico escolher sua nova igreja está o tamanho do estacionamento? Eis o que é hoje o protestantismo.
Vejamos neste passo a afirmação de Krogh Tonning famoso teólogo protestante norueguês, convertido ao catolicismo, que no século passado já afirmava: "Quem trará à nossa presença uma comunidade protestante que está de acordo sobre um corpo de doutrina bem determinado ? Portanto uma confusão (é a regra ) mesmo dentre as matérias mais essenciais" ( Le protest. Contemp., Ruine constitutionalle, p. 43 In I.R.C., Franca, L., pg 255. 7ª ed, 1953)
Mas o próprio Lutero que saiu-se no mundo com esta novidade da sola scriptura viveu o suficiente para testemunhar e confessar os malefícios que estas doutrinas iriam causar pelos séculos afora: "Este não quer o batismo, aquele nega os sacramentos; há quem admita outro mundo entre este e o juízo final, quem ensina que Cristo não é Deus; uns dizem isto, outros aquilo, em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças" (Luthers M. In. Weimar, XVIII, 547 ; De Wett III, 6l ). Um outro trecho selecionado, prova que o Patriarca da Reforma tinha também de quando em quando uns momentos de bom senso: "Se o mundo durar mais tempo, será necessário receber de novo os decretos dos concílios (católicos) a fim de conservar a unidade da fé contra as diversas interpretações da Escritura que por aí correm" ( Carta de Lutero à Zwinglio In Bougard, Le Christianisme et les temps presents, tomo IV (7), p. 289).




fonte : http://www.veniteadoremus.com/conteudo/85


graça e paz

sábado, 27 de agosto de 2011

I RETIRO DE FORMAÇÃO DJC ANTONIO BEZERRA

I RETIRO DE FORMAÇÃO DO DJC
ANTONIO BEZERRA




Obs.: Nesta foto não consta as servidoras Almada e Mariana, pois a serviço de seus apostolados, estavam na missão de fotografar este momento do evento


obs2 -  Clique na foto para ampliá-la


DIAS  20 e 21 de Agosto de 2.011


Agradecemos a Deus por todas as graças e bençãos derramadas, quando do Evento final de semana passado.


Todos os apostolados trabalharam  para que o evento acontecesse no espírito do DJC.


O evento tinha três objetivos básicos:


a) Formação sobre o que é ser um Discípulo Católico;


b) Confraternização entre os servidores do DJC Local, juntamente com a fraternidade de casais;


c) Avaliar e poder dá oportunidade aos apostolados desenvolverem tarefas que possam crescer na caminhada de serviços a todo DJCAB;


Graças a Deus, todos os objetivos foram alcançados.




Agradecemos a alguns irmãos que fizerem o evento acontecer com seu Apoio;


Sheila - Articuladora Geral das Artes;
Vereador Adail Junior;
Comerciantes da Ceasa;
Edmar - Ministério Geral de Desenvolvimento Integral
Pe. Marcos - Acompanhante Geral
Socorrinha - Articuladora Geral da Infraestrutura;
Ivan - Motorista da condução - 
Paróquia Jesus, Maria e José -


parabenizamos a todos pelo zelo de identidade que se destacou no encontro


MÃOS A OBRA,
pois nosso próximo evento local será em Novembro com o 


I Kairós do DJC Antonio Bezerra


Graça e paz







domingo, 14 de agosto de 2011

AVISOS DE NOSSO DJC

AVISOS DE NOSSO DISCIPULADOS


ACOMPANHAMENTO LOCAL

Agradecemos a Deus, o crescimento ordenado do DJC Antonio Bezerra.
Aos poucos vão se discernindo os carismas, e assim Surgindo Vocações Específicas:

  Acompanhante Local : Reginaldo Pedrosa
  Articuladora Local da Infraestrutura : Lúcia
       Tesouraria :  Maria Herculano
       Demais Membros (em discernimento)  : Fabíola / Bruno / Almada / Toinha / Socorro
  Articuladora Local das Artes : Josilene
       Ministério de Música : (sem coordenador) - Paulão / Débora / Vitor / Vinícius / Caio / Bia / Luis
       Ministério de Teatro  e  Dança : (sem coordenador) - Fabio / Roberta / Mariana
  Articulador Local da Benção : (em discernimento)
       Ministério de Liturgia : Teresinha (coordenadora) / Cesar / Batista / Antº José / Erielton /
       Devoção Mariana : sem coordenador - Eliseuda / Celma /
       Pregação : Alvinha /
       Demais Membros (em discernimento) :  Zelia, Fátima e Evaldo
 Discipulado de Casais : Articulador Local : Gilson e Albana
                                        Casal apoio : Mauro e Dora.
 Membros que estão fazendo Vocacional : Reginaldo / Josilene / Roberta / Mauro / Dora / Cesar / Almada / Maria Herculano / Fábio / Socorro



I RETIRO SOCIO ESPIRITUAL DO DJC DE ANTONIO BEZERRA

Objetivo Primário :  Evento de evangelização, formação e melhor introsamento entre os apostolados e    discupilados, priorizando uma formação catequética e vocaciola de todos os participantes;

Quem Poderá Participar : Todos os frequentadores do Siloé e discipulado de Casais, servidores, vocacionados e convidados

Programação :  Procurar seu articulador

Foram oficialmente convidados e confirmado os seguintes pregadores:

ALVINHA - Maria, discípula de Jesus - Sabado a noite
EDMAR - Por que sou discipulado - Domingo pela manhã
REGINALDO - porque sou católico - Domingo a tarde

SERVIDORES ESCALADOS COM FUNÇÕES FIXAS :
monitores de cenáculos : BATISTA / CESAR /
devoção Mariana : TERESINHA /
Apresentação : REGINALDO
Escolha de Canticos : PAULÃO / JOSILENE
Violão : LUIS / VITOR / DEBORA
Vocal : PAULAO / BIA / JOSILENE
Coordenadora de Alimentação : LUCIA


DISCIPULADO DE CASAIS

O discipulado de Casais de Antonio Bezerra, terá sua primeira participação concreta em nossa paróquia na ocasião da Semana Nacional da Família, Quinta , dia 18 de Agosto, participaram da programação do Dia dos Casais, com a participação de  Gilson e Albana na Organização e o Casal Mauro e Dora na pregação,que Deus os iluminem, através do Espírito Santo e interseção Maria e Paulina.


APOSTOLADO DA INFRAESTRUTURA

PATRIMONIO OFICIAL DO DJC ANTONIO BEZERRA:

1 CAIXA DE SOM COM POTENCIA DE 350 W
1 MESA DE SOM PARA OITO CANAIS
1 MICROFONE PROFISSIONAL
1 MICROONDAS
1 VIOLÃO (AINDA PAGANDO PARCELAS)
1 GARRAFA TERMICA PARA CAFÉ - 1 LITRO

Agradecemos a Deus, pelo empenho de Todos os Servidores e Colaboradores do DJC local,
Agradecemos aos membros deste apostolado pelo zelo, empenho e conduta de fazer acontecer toda
a estrutura para que Eventos como o Siloé, Aniversário do DJC e Retiro possam acontecer.

O som e mesa de som já está devidamente pago, e agradecemos a Todos que oraram para que tudo acontecesse.

O violão que custou R$ 300,00 (trezentos reais) - já foi pago R$ 100,00 , esta semana mais R$ 50,00, e o restante será assumido por todo o DJC, pois até agora era assumido pelo apostolado das artes.

Nosso próximo passo, já dito no Encontro de Apostolado de Julho (reunião servidores) , a contribuição fiel;

APOSTOLADO DAS ARTES


Apartir do mês de Agosto, foram introduzido na equipe de animação litúrgica do Discipulado, novos membros a citar : VITOR / VINICIUS / LUIS/BIA; O objetivo agora, é a formação da através dos Irmanadores. Josilene (articuladora local) já está em discernimento quanto ao inicio desta formação.
Nosso apostolado agora tem blog prórpio : http://artesdjc.blogspot.com/


APOSTOLADO DA BENÇÃO


Será iniciado no mes de Setembro, o estudo do Irmanador n 03 , sobre oração, após concenso entre O acompanhante Local  e Articuladora Geral da Benção, na ocasião do Graça e Paz 2011.

CALENDÁRIO FIXO DO DJC ANTONIO BEZERRA


REUNIÃO DOS SERVIDORES : Terceira segunda feira do mês - quadra Paroquial - 19:30 h
REUNIÃO DA LITURGIA (BENÇÃO) - Quarta feira antes do primeiro domingo do mes - Quadra - 19:30
REUNIÃO DA BENÇÃO - Quarta feira depois do primeiro domingo - Quadra - 19:30
REUNIÃO DAS ARTES - Quinta feira depois da primeira segunda do mes - 19:30 - Quadra
REUNIÃO DA INFRA ESTRUTURA - Quinta feira da semana da reunião dos servidores -19:00 - casa da Herculano
DISCIPULADO DE CASAIS - Quintas feiras - 20:00 - Salão Sagrada Família
VOCACIONADOS - segunda segunda feira do mes - Casa dos DCAs - Mucunã - 19:30H
                                    quarta segunda feira do mes - casa Ma Herculano - 19:30 H

LITURGIAS : primeiro domingo as 19:00 H e sgundo domingo do mes as 07:00 H

ENSAIOS DO MINISTERIO DE MUSICA - todas as quaintas , exceto no dia da reunião geral do apostolado local - 19:30 H - quadra paroquial

SILOÉS - Todas as Terças - 19:30 H - Quadra Paroquial

Obs.: Os eventos na quadra paroquial programado para antes das 20:00H, iniciaram após a missa, enquanto a matriz estiver em reforma.


GRAÇA E PAZ